sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sobre prosperidade... Em todo o Natal é sempre a mesma epidemia nos cartões e lembranças: te desejo um ano próspero e muitas felicidades. Quantas pessoas já não compararam um cartão do ano retrasado com um mais recente? É sempre o mesmo desejo e nunca se tem prosperidade vindo das pessoas que se recebe. Se a palavra prosperidade nos cartões viesse com a influência de desenvolvimento e de mudança, porque não renovar então o modo como se desejar paz e persistência? Seria ótimo receber um cartão com pontos a melhorar ou metas a estabelecer. As pessoas inovam em tecnologia, mas acomodam atitudes e pensamentos. Certa vez, recebi um cartão de Natal que não tinha nada escrito, só havia os desenhos e tal. Fiquei irritada, porém, algumas horas depois percebi que o intuito de quem me presenteou não era desejar e sim fazer com que eu corresse atrás de tudo o que me trouxesse paz e felicidade. No decorrer do ano fui anotando tudo de bom que me acontecia e os momentos felizes que passava. Aprendi que na vida uma atitude vale tanto como uma sábia palavra, talvez não teria conseguido realizar algo naquele ano se tivessem me dado "Um ano de paz, amor e prosperidade", eu não teria corrido atrás de meus objetivos e sim acreditaria que a "vibração boa do Natal" me acompanharia o ano e eu não precisaria me mexer para conquistar tudo. Jéssica Aline, escrito em 13/12/2011 (a inspiração surgiu da matéria de uma revista, essa é a minha "Não entrevista do mês").

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